Estou parado em fila indiana.
A mulher atrás de mim pesa uns 160 quilos muito mal distribuídos em seu corpo baixinho, seus seios se apoiam em sua barriga saliente e os mamilos enrijecidos encostam-se a minhas costelas. E em minha frente, há um homem, ele é negro de mais ou menos 1 e 92 cm de altura. E eu aqui,um baixinho de 1 e 68, calvo e gordinho prensado entre o negão e a velha gorda.
Estaria tudo bem, estaria. Se não fosse o homem na minha frente me olhando de soslaio dizendo com seu olhar copenetrado que não está gostando de eu estar atrás dele, naquela situação horrível.
“Me desculpe, mas a culpa é da mulher aqui atrás de mim” Meu olhar tenta se comunicar, “mas são os mamilos dessa mulher que estão me prensando em você” E de fato estão.
Eu estou sentindo a mama dela suada em minha costa.
“Não quero saber. Se vire!” Seus olhos davam medo, e se eu não arrumasse um jeito daquela mama se retirar eu ia sofrer “Você vai morrer”. Ok negão entendi o recado...
“minha senhora” Digo eu me virando a ela. “Por favor, se não for incômodo, você poderia se virar de lado?”
Ela estava indignada “Como ousa falar com uma senhora assim?” ela pergunta. “Não me leve a mal senhora... Mas você é gorda” E gorda para AQUILO era elogio. “Impossível eu ser gorda” Ela tinha convecção “acabei de fazer uma lipo”. Meu Deus, se aquilo havia lipo, imagine antes... “estou nessa fila para visitar meu filho na capital...” Aquilo me chamou a atenção.
Pois até o momento eu não sabia onde estava e porque eu estava em uma fila indiana e aparentemente, eu estava indo para a capital.
Aquela fila não parecia que estava indo para algum lugar que estava indo levar essa fila para a capitão. Parecia uma fila para o inferno. Cuiabá, querido amigo. Mais quente que o próprio inferno.
Mas eu não estava indo para o inferno.
Porque eu não estou morto.
Ou será que estou?
Não até o momento que flagrei minha mulher com Tiaguinho. Filho do vizinho e meu amigo Josué.
Maria, minha mulher, é professora de geografia. Ela leciona para o terceiro ano.
Especificadamente o terceiro ano em que Tiaguinho, de dezessete está.
E os dois estavam lá, ela por cima e ele por baixo.
Entrando em casa ouvi minha mulher ofegante, em desespero corri para o quarto. Quando vi, estava ela lá, e ele por baixo gemendo como um galinho. “Sr. Romário...Meus Deus... Meus Deus não é isso que você está pensando...” Foi o que ele disse quando me viu.
Suava quente, e naquela hora eu realmente esperava que não era o que eu estava pensando...
Mas era.
Tiaguinho. Um pinto de dezessete e atendente do bar estava comendo a minha mulher para ganhar nota em geografia.
Espero, mesmo, que não ouve troca de olhar e nem algum sentimento envolvido. Espero que ela só queira sexo e não amor. E que ele só quisesse passar de ano e sair do bar onde trabalha para o pai.
Eu não estou bravo com Maria. Nunca ficaria, nosso relacionamento não estava toda aquela beleza mas mesmo assim eu ainda a amo e, na saúde na doença, na alegria na tristeza sendo corno ou não ela é minha mulher. Ela não é comunicativa. Nem eu sou adivinho, mas eu achava que éramos um bom casal.
Até ela me trair.
Com um moleque que tem a idade para ser o nosso filho.
Agora ser adivinho seria bem vindo. “Porque raios Tiago Cabral está na cama com a minha mulher” Algo me diz que eu fiz besteira.
Não me lembro sei de muita coisa, lembro da sensação de vomito, lembro do casal maior no truco em minhas mãos, lembro-me de filha da puta daqui, filha da puta de lá e me lembro de estar perdendo. “Mas com o casal maior? Sr. Romario, porra!” você pode estar se perguntando.
Pois é. Nem eu sei.
Também não sei porque estou aqui na fila sem volta em direção ao inferno. Queria saber porque eu perdi o meu açougue, porque sou corno e porque Tiaguinho filho de Cristiano é um merda. E como raios eu fui perder com o casal maior na mão.
Não sei. Mas os peitos enormes e fartos da gorda daqui de trás começar a se tornar agradáveis conforme o tempo passa...
A mulher atrás de mim pesa uns 160 quilos muito mal distribuídos em seu corpo baixinho, seus seios se apoiam em sua barriga saliente e os mamilos enrijecidos encostam-se a minhas costelas. E em minha frente, há um homem, ele é negro de mais ou menos 1 e 92 cm de altura. E eu aqui,um baixinho de 1 e 68, calvo e gordinho prensado entre o negão e a velha gorda.
Estaria tudo bem, estaria. Se não fosse o homem na minha frente me olhando de soslaio dizendo com seu olhar copenetrado que não está gostando de eu estar atrás dele, naquela situação horrível.
“Me desculpe, mas a culpa é da mulher aqui atrás de mim” Meu olhar tenta se comunicar, “mas são os mamilos dessa mulher que estão me prensando em você” E de fato estão.
Eu estou sentindo a mama dela suada em minha costa.
“Não quero saber. Se vire!” Seus olhos davam medo, e se eu não arrumasse um jeito daquela mama se retirar eu ia sofrer “Você vai morrer”. Ok negão entendi o recado...
“minha senhora” Digo eu me virando a ela. “Por favor, se não for incômodo, você poderia se virar de lado?”
Ela estava indignada “Como ousa falar com uma senhora assim?” ela pergunta. “Não me leve a mal senhora... Mas você é gorda” E gorda para AQUILO era elogio. “Impossível eu ser gorda” Ela tinha convecção “acabei de fazer uma lipo”. Meu Deus, se aquilo havia lipo, imagine antes... “estou nessa fila para visitar meu filho na capital...” Aquilo me chamou a atenção.
Pois até o momento eu não sabia onde estava e porque eu estava em uma fila indiana e aparentemente, eu estava indo para a capital.
Aquela fila não parecia que estava indo para algum lugar que estava indo levar essa fila para a capitão. Parecia uma fila para o inferno. Cuiabá, querido amigo. Mais quente que o próprio inferno.
Mas eu não estava indo para o inferno.
Porque eu não estou morto.
Ou será que estou?
Não até o momento que flagrei minha mulher com Tiaguinho. Filho do vizinho e meu amigo Josué.
Maria, minha mulher, é professora de geografia. Ela leciona para o terceiro ano.
Especificadamente o terceiro ano em que Tiaguinho, de dezessete está.
E os dois estavam lá, ela por cima e ele por baixo.
Entrando em casa ouvi minha mulher ofegante, em desespero corri para o quarto. Quando vi, estava ela lá, e ele por baixo gemendo como um galinho. “Sr. Romário...Meus Deus... Meus Deus não é isso que você está pensando...” Foi o que ele disse quando me viu.
Suava quente, e naquela hora eu realmente esperava que não era o que eu estava pensando...
Mas era.
Tiaguinho. Um pinto de dezessete e atendente do bar estava comendo a minha mulher para ganhar nota em geografia.
Espero, mesmo, que não ouve troca de olhar e nem algum sentimento envolvido. Espero que ela só queira sexo e não amor. E que ele só quisesse passar de ano e sair do bar onde trabalha para o pai.
Eu não estou bravo com Maria. Nunca ficaria, nosso relacionamento não estava toda aquela beleza mas mesmo assim eu ainda a amo e, na saúde na doença, na alegria na tristeza sendo corno ou não ela é minha mulher. Ela não é comunicativa. Nem eu sou adivinho, mas eu achava que éramos um bom casal.
Até ela me trair.
Com um moleque que tem a idade para ser o nosso filho.
Agora ser adivinho seria bem vindo. “Porque raios Tiago Cabral está na cama com a minha mulher” Algo me diz que eu fiz besteira.
Não me lembro sei de muita coisa, lembro da sensação de vomito, lembro do casal maior no truco em minhas mãos, lembro-me de filha da puta daqui, filha da puta de lá e me lembro de estar perdendo. “Mas com o casal maior? Sr. Romario, porra!” você pode estar se perguntando.
Pois é. Nem eu sei.
Também não sei porque estou aqui na fila sem volta em direção ao inferno. Queria saber porque eu perdi o meu açougue, porque sou corno e porque Tiaguinho filho de Cristiano é um merda. E como raios eu fui perder com o casal maior na mão.
Não sei. Mas os peitos enormes e fartos da gorda daqui de trás começar a se tornar agradáveis conforme o tempo passa...
11/05/2012
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