Fico sem fôlego em um sufoco desfocado.
Não sei se é porque sofro do esporro desforrado
ou se é porque ninguém ouve meu pedido de trégua calado.
Não aguento mais. Eu silenciosamente imploro “SOCORRO!”.
As tempestades tiranas me acertam com o jorro,
Que sai do jarro da ignorância as falácias em demasia.
Perolas aos porcos, não me sobram, mas assombram
a redundante e repugnante sabedoria.
Eu não sabia que a regalia do ver e sentir que com ela junto ria
viraria sofrimento. E que tanto assim me doeria.
12.04.2012 –Felipe Rodrigues
Não sei se é porque sofro do esporro desforrado
ou se é porque ninguém ouve meu pedido de trégua calado.
Não aguento mais. Eu silenciosamente imploro “SOCORRO!”.
As tempestades tiranas me acertam com o jorro,
Que sai do jarro da ignorância as falácias em demasia.
Perolas aos porcos, não me sobram, mas assombram
a redundante e repugnante sabedoria.
Eu não sabia que a regalia do ver e sentir que com ela junto ria
viraria sofrimento. E que tanto assim me doeria.
12.04.2012 –Felipe Rodrigues
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