Corpos do rio

sexta-feira, outubro 21, 2011

Vejo os dragões em São Paulo

Em caminho da capital, de quarenta para noventa
é muita coisa! Dentre o sete, somente um,ruas paradas, lentas.
Chove, pinheiros borbulha, é tão sujo, quanto as ruas.
infecção, por toda parte construindo uma nação errante
Pobre ser, o da capital pecante.
São Paulo, mas cadê o santo ?
São Paulo, mas são? (quanto?)
são, são como são Paulo ?
Mostre-me, não vejo, rebento de um nome santo
Ego pra que tanto?
Não entendo Orgulho e ira e luxuria
Que lamúria entre todos do pobre e o burguês
do barraco até o carro importado,
embriaguez da vida mundana, dinheiro e ganância, viver cego pela névoa é fácil
até um patriarca da casa de Deus, até lá na igreja.
hipocrisia. Esqueça a crença, o que importa além da inveja, é o processo.
vamos faturar um milhão, vamos encher o rabo,
 deixar que tudo seja resolvido pelo diabo e foda-se,
Opa, espere, e medite, Olhe o ego da cidade medíocre,
ore, volte-se a si, para um templo em busca de paz.
mente, corpo, espírito e felicidade tudo por uma vida sagaz
volta-te e diga, esqueça essa briga de espelho.
                         -Pequeno Bardo e Aprendiz (Felipe Rodrigues )

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