E você disse, "doce ternura
tamanha. Graciosa"
o falado ainda penumbra
Em minha mente e nesta prosa.
seu sorriso não me foge
igual a palavra, preciosa.
Pós morte, se encontra longe
Tornou-se meu fantasma
Seu olhar aflinge.
A murmuria calma,
sofro por sua vida morta
Sem paz,muito amor,sem alma
se foi,e disse "Não importa".
e disse eu "como não?
Achas que meu coração comporta?"
Me deixa sozinha, em solidão
Oh crueis facadas.
como ser forte, co'fria emoção?
De ti, para ti, só rosas dobradas.
Para Silvia, que não gosta de rimas, mas parece gostar de um bom conto.
- Pequeno Bardo e Aprendiz ( Felipe Rodrigues)
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